sexta-feira, 8 de setembro de 2017

JACAREÍ, 03/SEP/2017 - MENSAGEM DE NOSSA SENHORA AO VIDENTE MARCOS TADEU.

JACAREÍ, 03/SEP/2017 - MENSAGEM DE NOSSA SENHORA AO VIDENTE MARCOS TADEU.


VÍDEO DA APARIÇÃO:












JACAREÍ, 03 DE SETEMBRO DE 2017
659ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR
MENSAGEM DE NOSSA SENHORA
COMUNICADA AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA

NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ 

(Marcos): Para sempre sejam louvados!...
Sim... Sim, farei sim... Sim, farei.
E como a Senhora quer que eu faça ele?
Sim... Compreendi...
Farei sim Senhora... Sim... Sim...
Não precisa agradecer todo o meu prazer e toda a minha alegria é fazer coisas para a Senhora.
A Senhora sabe o quanto eu fico feliz todas as vezes que a Senhora me ordena coisas, porque nada me deixa mais feliz. Saber que eu posso fazer alguma coisa por Vós, que tanto sofreste com Jesus por mim, por minha salvação e que sempre foi tão bondosa, tão amorosa comigo.
Sim... Toda minha alegria foi sempre fazer a Vossa Vontade.
Sim... Eu farei”.


(Maria Santíssima): “Queridos filhos, hoje, chamo todos vocês novamente ao Amor Sobrenatural.

Para que vocês possam ter o Amor Sobrenatural devem não só dilatar seus corações pela oração, mas também pelo retiro e pelo silêncio, onde Deus verdadeiramente lhes inspirará Sua Graça, lhes dará os bons desejos de praticar as virtudes. E onde Ele se tornará verdadeiramente vosso Amigo intimo que sussurrará ao vosso coração a través de boas inspirações àquilo que vocês devem fazer.

No retiro e no recolhimento a alma silencia o coração, as vozes do mundo se distanciam dela e a alma então se torna capaz de ouvir a voz de Deus que sempre fala baixo. E de um modo que somente quem silencia pode ouvir, o seja: Sentir a Sua Vontade, compreender Sua Vontade, entender Seu Plano de amor.

Façam recolhimento e silêncio, para que o ser desordenado de vocês volte à ordem e à paz, e seja capaz de ouvir a Voz de Deus.

Sem paz ninguém pode sentir nem a Deus, nem a Mim, nem conhecer Nossa Vontade. E os corações de vocês só poderão ter paz se se afastarem do bulício do mundo.

Os religiosos podem fazer isso com maior facilidade, pois a sua vida lhes propicia muitos momentos de oração e de recolhimento. Aos leigos isso já é mais difícil, porque o mundo de hoje os absorve, exige e escraviza muito. Mas mesmo eles, mesmo vocês Meus filhos à noite quando chegarem nas suas casas, façam silêncio, recolham-se, para poderem no silêncio sentir a paz que é necessária para poderem perceber a Vontade de Deus, a Minha Vontade, e o que o Senhor quer de vocês.

Somente no silêncio da oração e do recolhimento, o coração desordenado de vocês se tornará ordenado e bem disposto como uma terra boa, para ouvir, o seja: Entender aquilo que Deus lhes fala por meio das Minhas Mensagens e das Meditações.

Apressem a conversão de vocês, porque o tempo se esgota! Muitos pensam que por Eu repetir continuamente que o tempo está acabando, que Eu estou apenas iludindo, ou então, como vocês dizem: enganando vocês. 
Mas não Meus filhos, Eu lhes digo isso porque uma conversão sincera, e uma santidade aperfeiçoada e acabada exige tempo e vocês continuam dormindo nos mesmos erros e defeitos sem melhorar. Procurem rezar mais e trabalhar verdadeiramente em suas almas, levando-as à santidade e à perfeição. Somente desta forma vocês poderão ser coroados com a Coroa da Vida Eterna quando Meu Filho voltar em breve a vocês na glória.

Eu desejo que vocês deem a todos os Meus filhos a Hora da Paz nº 74 e nº 75 como Eu pedi ontem, 10 de cada Hora para dez filhos Meus.

Desejo também, que deem este maravilhoso Filme da vida do Meu servo e filho prediletíssimo São Benedito, que Eu tanto amei e que Eu tanto favoreci com Graças. A vida dele é um sol luminoso nesse tempo de trevas. A sua vida tão cheia de oração, de amor, e de santidade é um exemplo luminoso que todos os jovens devem seguir. 
Desejo que tornem a Meu filho Benedito mais conhecido e amado por todos, principalmente pelos jovens, para que tal como aconteceu no tempo dele, hoje também muitos jovens queiram segui-lo pela vida de oração e de consagração total a Deus na Vida Religiosa. 
E assim Eu possa ter um grande séquito de almas consagradas a Deus, que com suas orações e as suas vidas totalmente dedicadas ao serviço divino, sejam os pára-raios dos castigos da Justiça de Deus e os imãs que atraem novas graças e bênçãos de Deus para todos.

Sim, cada alma religiosa, cada alma consagrada a Deus na Vida Religiosa é isto. Assim também é o Meu filhinho Marcos.

Não é a toa que este Estado de São Paulo, onde o Meu filho Marcos nasceu, vive, e onde ele fala e conversa Comigo, não é a toa que este Estado é tão abençoado por Mim, tão enriquecido com bênçãos nas lavouras, nos negócios, nas indústrias, e grande prosperidade há nas cidades.

Tudo isso, todas essas bênçãos de Deus e Minhas são derramadas neste Estado por causa do Meu filhinho Marcos, que Aqui há 26 anos Me ama, Me serve, com orações, sacrifícios, com trabalho e obediência todos os dias da sua vida.

Sim, o amor dele atraí estas bênçãos. Cada Filme, cada Rosário, cada Terço da Misericórdia, cada Hora de Oração, cada cenáculo, cada batida do coração dele totalmente dedicada a Mim, todos os dias de sua vida, atrai essas copiosas bênçãos sobre este Estado, por isso nele há tanta abundância e tanta riqueza.

Desejo que hajam muitas almas consagradas, que com suas vidas cheias de oração e dedicação ao Senhor, a Mim, atraiam grandes graças e bênçãos para a Terra inteira.

Por isso, deem a conhecer a vida do Meu filho Benedito, e muitos jovens se apaixonaram por ele e por meio dele, pela Vida Consagrada, e darão seu “sim” ao Senhor.

Desejo que vocês todos também deem 10 Terços da Minha Imaculada Conceição nº 2 para 10 filhos Meus. Assim Meus filhos, eles conheceram melhor Minhas Mensagens, conheceram melhor Meu Coração Imaculado, e a Minha Graça descerá sobre eles e a Terra inteira.

Dilatem os seus corações pelo recolhimento e pelo silêncio a Deus que é Amor, e então, seus corações conhecerão o Amor Sobrenatural, viverão este Amor e poderão irradiar espalhando aos outros este grande e verdadeiro Amor.

Somente quem reza profundamente, quem medita, quem se recolhe no silêncio e na oração pode receber o Amor Sobrenatural para depois doá-lo aos irmãos.

Sejam amor, vivam de amor!

A todos Eu abençoo com Amor agora, e especialmente a você Meu filhinho Marcos, que tem Me consolado tanto com as suas obras, Me consolou muito com o novo Terço da Misericórdia nº 58 que você fez para o Meu filho Jesus e para Mim. Você tirou 94 mil espinhos que estavam cravados no Coração de Jesus e no Meu, quando você fez esse Terço antes de ontem.

Filho Meu, obrigada por isso, continue fazendo esses Terços Meditados e Horas de Oração que tanto Me agradam e Me consolam.

Sim, você é o Meu consolador e não é de hoje. Porque no momento da Apresentação quando Eu apresentava o Meu Filho Jesus no templo e Simeão profetizou que a Minha alma seria transpassada por uma espada de Dor, porque o Meu Filho seria posto como sinal de contradição, de salvação, e de ruína para muitos, e seria morto. O Meu Coração sentiu uma Dor tão grande, que se o Altíssimo não Me sustentasse naquele momento, Eu teria morrido de Dor. 
Essa Dor foi tão grande e marcou-Me tão profundamente, que somente na Minha Assunção ao Céu é que ela deixou a Minha alma definitivamente. Naquele momento, Amadíssimo filho Marcos, o Senhor Me mostrou você em visão mística e sobrenatural e a sua futura fidelidade, trabalho, serviço, dedicação e amor a Mim, consolou Meu Coração e consolou também o Coração do Meu Divino Filho Jesus Cristo. 
Essa grande consolação seguiu-Me por toda a vida e principalmente no alto do Calvário, juntamente com a consolação que Me dava o conhecimento também do teu pai espiritual Carlos Tadeu e sua fidelidade e amor a Mim. Você com a sua vida, a sua fidelidade, foi a grande consolação que tive, a única consolação que tive no meio de tantos tormentos que Eu padecia com o Meu Filho no alto do Calvário.

Por isso, alegre-se e continue sendo o Meu consolador!

O sinal do Meu vulto Luminoso te acompanhando na procissão deste Santuário, confirmado pela Minha amadíssima filha Rafaela. É para você consolação e o sinal do quanto Eu amo você, Sou grata a você por tudo o que sofreu e fez por Mim. E o quanto na sua pessoa, na sua obra e no seu trabalho, reflito sempre mais a Minha grande Luz e a Minha Chama de Amor, que serão tanto mais fortes quanto forem as trevas e o mal a envolverem todas as almas e toda a humanidade.

Continuem rezando o Meu Rosário todos os dias, por ele triunfarei nas suas vidas e darei a vocês em fim a Paz definitiva.

A todos Eu abençoo com Amor de Fátima, de Montichiari, de La Salette e de Jacareí.”


(Marcos): “Querida Mãezinha do Céu, a Senhora pode abençoar e tocar nesses terços e objetos que fizemos para a oração e a proteção dos Vossos filhos?”



(Nossa Senhora após de abençoar e tocar nos Sacramentais): “Conforme Eu já disse: Aonde quer que um destes terços ou quadros chegue, abençoados e tocados por Mim, ali estarei Eu, viva, levando as grandes Graças do Senhor e derramando estas Graças sobre todos os Meus filhos.

Eles Me sentirão ali viva, derramando Graças sobre eles.

Prometo guardar seus corpos e seus lares nos Três Dias de Trevas, a onde quer que esses terços e esses quadros tocados por Mim cheguem.

A todos novamente abençoo e deixo a Minha Paz.”











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quinta-feira, 7 de setembro de 2017

Santos de cada dia- 7 de setembro - São Clodoaldo

São Clodoaldo
(7 de Setembro)


São Clodoaldo é o mais ilustre Santo entre os príncipes da família real da primeira dinastia francesa, os merovíngios (499-752). Nascido em 522, ele era o filho de Clodomir, Rei de Orleans e filho mais velho de Clóvis e de Santa Clotilde. Ele ainda não tinha três anos de idade quando seu pai foi morto durante uma guerra. Sua avó, Santa Clotilde, trouxe ele e seus dois irmãos para Paris para ser educado, e os amava com carinho.
Seus tios ambiciosos, porém, desejam dividir o reino de Orleans entre si, mataram com as próprias mãos os dois jovens irmãos de Clodoaldo. Ele, por uma dispensa especial da Providência, foi salvo do massacre. Mais tarde, renunciando ao mundo, consagrou-se em particular ao serviço de Deus. Depois de distribuir para os pobres o que ele poderia salvar de sua herança, ele se retirou para uma ermida para estar sob a disciplina de um recluso santo chamado Severino, que morava perto dos portões de Paris e que vestiu-lhe o hábito monástico. Seus tios o deixaram sozinho, vendo sua decisão inalterável de viver como religioso, admitiram certas heranças para ele. Quando ele se tornou famoso através de um ato de caridade recompensado por um milagre, ele retirou-se secretamente para Provence. Mais uma vez, sua ermida foi procurada pelos peticionários. Ele decidiu voltar para Paris, onde foi recebido com a maior alegria.
A pedido sincero do povo, ele foi ordenado sacerdote em 551 por Eusébio, bispo de Paris, e serviu a Igreja daquela cidade por algum tempo nas funções do ministério sagrado. Mais uma vez ele se viu em grande honra; portanto, ele retirou-se para Nogent, um lugar agora conhecido como Saint Cloud (São Clodoaldo), a duas léguas ao sul de Paris, onde construiu um mosteiro. Lá, ele foi acompanhado por muitos homens piedosos, que fugiram do mundo por medo de perder suas almas em seu meio. São Clodoaldo foi escolhido por eles para ser seu Superior, e animou-os a virtude tanto pela palavra e pelo exemplo. Ele também foi incansável em instruir e exortar os fiéis das regiões vizinhas. Ele morreu em Nogent em 560, sendo que a maior parte de suas relíquias ainda permanecem na igreja paroquial da vila.

Santos de cada dia - 3 de Setembro - Beato Vicente de Santo Antônio



Beato Vicente de Santo Antônio


 

Beato Vicente de Santo Antônio

Mártir
Nascimento 1590 em Albufeira, Portugal
Morte 3 de Setembro de 1632 em Nagasaki, Japão
Veneração por Igreja Católica
Beatificação 7 de Julho de 1867, Roma por Papa Pio IX
Festa litúrgica 3 de Setembro


Beato Vicente de Santo António

Sob a designação de “Beatos Mártires do Japão” estão englobados 205 mártires (padres e leigos) que deram a vida pela fé nos inícios do século XVII, e que foram beatificados a 7 de Julho de 1867 pelo papa beato Pio IX. Destes mártires, doze foram agostinhos: 5 padres, e sete leigos japoneses, que eram catequistas, irmãos terciários e membros da Confraria de Nossa Senhora da Consolação fundada ali pelos Agostinhos. A família agostiniana celebra a festa destes doze Agostinhos Mártires do Japão no dia 28 de Setembro.

Os primeiros missionários que chegaram ao Japão foram os jesuítas, seguindo as pegadas de S. Francisco Xavier, que faleceu às portas do país em 1552. Depois deles chegariam outras ordens religiosas, e entre eles os Agostinhos, a partir de 1602. Muito cedo, de maneira calma e escondida, entre todos fizeram germinar a semente do Evangelho entre o difícil povo japonês. Mas nem todos os missionários agiram de maneira prudente, de modo que o Governo central acabou por reagir. Naquela altura governava o país a família Tokugawa, que agiam como regentes (shogun) em nome do Imperador do Japão. Eles consideraram a propagação do Evangelho como uma intromissão inadmissível de costumes estrangeiros nas tradições milenárias do povo japonês, sustentadas no culto à figura do Divino Imperador. Em 1614 saiu um decreto contra o cristianismo que ordenava fechar as igrejas e obrigava aos fiéis a abandonar aquela fé, condenando-os de facto à clandestinidade. A partir de 1617 as dificuldades e os tormentos fizeram, infelizmente, com que muitos renegassem, inclusive alguns missionários europeus. Mas grande seria também o número daqueles que preferiram morrer antes do que renegar de Cristo.

De entre eles destacaremos agora o único mártir Agostinho procedente de Portugal: Vicente Simões de Carvalho. Ele nasceu em 1590 na cidade de Albufeira, no Algarve. O pai dele, António Simões, era médico, e os conhecimentos que aprendeu ao pé dele iam revelar-se muito úteis no futuro. António e a sua esposa, Catarina Pereira, enviaram o filho para Lisboa aos 12 anos de idade para estudar. Aluno brilhante e com jeito para liderar, experimentou em Lisboa as tentações da vida fácil, como ele mesmo confessa numa das suas cartas. Após o falecimento da sua mãe a sua vida mudou, e sentiu a chamada para o sacerdócio, sendo ordenado em 1617, ainda em Lisboa. Sentindo a inquietude missionária, partiu para México. Lá conheceu a Ordem de Santo Agostinho, no seu ramo dos reformados recoletos, e entrou no noviciado, tomando o nome de Vicente de Santo António. Tendo ouvido falar das missões do Oriente e das dificuldades e perseguições dos cristãos, pediu para lá ir. Em 1620 chegou às Filipinas, onde professou os seus votos como membro da Ordem. Um ano depois, em Abril de 1623, partiu para o Japão, onde chegou em Outubro do mesmo ano. Na cidade de Nagasaki foi acolhido pelo Agostinho mexicano Bartolomé Gutiérrez.

Começou assim uma vida de clandestinidade pelas ruas da cidade, mascarado de caixeiro ambulante, adotando nome e roupas diferentes: pregava nas casas que lhe abriam as portas, consolava os perseguidos, e provocava mais conversões. Seis anos mais tarde, em 1629, ele e os outros colegas foram delatados por um renegado ex-cristão, e foram presos. Após três anos de prisão e de tormentos o P. Vicente, junto com o P. Bartolomé e o P. Francisco de Jesus, morreram queimados vivos numa fogueira, em Nagasaki, a 3 de Setembro de 1632.

São admiráveis as cartas que escreveu o beato Vicente aos seus amigos e discípulos, já durante os tempos de prisão. Estas cartas foram editadas num livro titulado Cartas do Japão (Ed. Távola Redonda) em 2001.


Capela_de_São_Sebastião,_Albufeira

A diocese do Algarve, em Portugal,  honra a memória do beato Vicente de Santo António, mártir, no dia 7 de Setembro. E a sua cidade natal, Albufeira, celebra-o neste mesmo dia com festas populares e uma procissão.



Beato Vicente de Santo António

Sob a designação de “Beatos Mártires do Japão” estão englobados 205 mártires (padres e leigos) que deram a vida pela fé nos inícios do século XVII, e que foram beatificados a 7 de Julho de 1867 pelo papa beato Pio IX. Destes mártires, doze foram agostinhos: 5 padres, e sete leigos japoneses, que eram catequistas, irmãos terciários e membros da Confraria de Nossa Senhora da Consolação fundada ali pelos Agostinhos. A família agostiniana celebra a festa destes doze Agostinhos Mártires do Japão no dia 28 de Setembro.
Os primeiros missionários que chegaram ao Japão foram os jesuítas, seguindo as pegadas de S. Francisco Xavier, que faleceu às portas do país em 1552. Depois deles chegariam outras ordens religiosas, e entre eles os Agostinhos, a partir de 1602. Muito cedo, de maneira calma e escondida, entre todos fizeram germinar a semente do Evangelho entre o difícil povo japonês. Mas nem todos os missionários agiram de maneira prudente, de modo que o Governo central acabou por reagir. Naquela altura governava o país a família Tokugawa, que agiam como regentes (shogun) em nome do Imperador do Japão. Eles consideraram a propagação do Evangelho como uma intromissão inadmissível de costumes estrangeiros nas tradições milenárias do povo japonês, sustentadas no culto à figura do Divino Imperador. Em 1614 saiu um decreto contra o cristianismo que ordenava fechar as igrejas e obrigava aos fiéis a abandonar aquela fé, condenando-os de facto à clandestinidade. A partir de 1617 as dificuldades e os tormentos fizeram, infelizmente, com que muitos renegassem, inclusive alguns missionários europeus. Mas grande seria também o número daqueles que preferiram morrer antes do que renegar de Cristo.
De entre eles destacaremos agora o único mártir Agostinho procedente de Portugal: Vicente Simões de Carvalho. Ele nasceu em 1590 na cidade de Albufeira, no Algarve. O pai dele, António Simões, era médico, e os conhecimentos que aprendeu ao pé dele iam revelar-se muito úteis no futuro. António e a sua esposa, Catarina Pereira, enviaram o filho para Lisboa aos 12 anos de idade para estudar. Aluno brilhante e com jeito para liderar, experimentou em Lisboa as tentações da vida fácil, como ele mesmo confessa numa das suas cartas. Após o falecimento da sua mãe a sua vida mudou, e sentiu a chamada para o sacerdócio, sendo ordenado em 1617, ainda em Lisboa. Sentindo a inquietude missionária, partiu para México. Lá conheceu a Ordem de Santo Agostinho, no seu ramo dos reformados recoletos, e entrou no noviciado, tomando o nome de Vicente de Santo António. Tendo ouvido falar das missões do Oriente e das dificuldades e perseguições dos cristãos, pediu para lá ir. Em 1620 chegou às Filipinas, onde professou os seus votos como membro da Ordem. Um ano depois, em Abril de 1623, partiu para o Japão, onde chegou em Outubro do mesmo ano. Na cidade de Nagasaki foi acolhido pelo Agostinho mexicano Bartolomé Gutiérrez.
Começou assim uma vida de clandestinidade pelas ruas da cidade, mascarado de caixeiro ambulante, adotando nome e roupas diferentes: pregava nas casas que lhe abriam as portas, consolava os perseguidos, e provocava mais conversões. Seis anos mais tarde, em 1629, ele e os outros colegas foram delatados por um renegado ex-cristão, e foram presos. Após três anos de prisão e de tormentos o P. Vicente, junto com o P. Bartolomé e o P. Francisco de Jesus, morreram queimados vivos numa fogueira, em Nagasaki, a 3 de Setembro de 1632.
São admiráveis as cartas que escreveu o beato Vicente aos seus amigos e discípulos, já durante os tempos de prisão. Estas cartas foram editadas num livro titulado Cartas do Japão (Ed. Távola Redonda) em 2001.
A diocese do Algarve honra a memória do beato Vicente de Santo António, mártir, no dia 7 de Setembro. E a sua cidade natal, Albufeira, celebra-o neste mesmo dia com festas populares e uma procissão.


Ler mais: http://agostinhos-em-portugal.webnode.pt/a-osa-em-portugal/passado/agostinhos-portugueses-ilustres/beato-vicente-de-santo-antonio/

Beato Vicente de Santo António

Sob a designação de “Beatos Mártires do Japão” estão englobados 205 mártires (padres e leigos) que deram a vida pela fé nos inícios do século XVII, e que foram beatificados a 7 de Julho de 1867 pelo papa beato Pio IX. Destes mártires, doze foram agostinhos: 5 padres, e sete leigos japoneses, que eram catequistas, irmãos terciários e membros da Confraria de Nossa Senhora da Consolação fundada ali pelos Agostinhos. A família agostiniana celebra a festa destes doze Agostinhos Mártires do Japão no dia 28 de Setembro.
Os primeiros missionários que chegaram ao Japão foram os jesuítas, seguindo as pegadas de S. Francisco Xavier, que faleceu às portas do país em 1552. Depois deles chegariam outras ordens religiosas, e entre eles os Agostinhos, a partir de 1602. Muito cedo, de maneira calma e escondida, entre todos fizeram germinar a semente do Evangelho entre o difícil povo japonês. Mas nem todos os missionários agiram de maneira prudente, de modo que o Governo central acabou por reagir. Naquela altura governava o país a família Tokugawa, que agiam como regentes (shogun) em nome do Imperador do Japão. Eles consideraram a propagação do Evangelho como uma intromissão inadmissível de costumes estrangeiros nas tradições milenárias do povo japonês, sustentadas no culto à figura do Divino Imperador. Em 1614 saiu um decreto contra o cristianismo que ordenava fechar as igrejas e obrigava aos fiéis a abandonar aquela fé, condenando-os de facto à clandestinidade. A partir de 1617 as dificuldades e os tormentos fizeram, infelizmente, com que muitos renegassem, inclusive alguns missionários europeus. Mas grande seria também o número daqueles que preferiram morrer antes do que renegar de Cristo.
De entre eles destacaremos agora o único mártir Agostinho procedente de Portugal: Vicente Simões de Carvalho. Ele nasceu em 1590 na cidade de Albufeira, no Algarve. O pai dele, António Simões, era médico, e os conhecimentos que aprendeu ao pé dele iam revelar-se muito úteis no futuro. António e a sua esposa, Catarina Pereira, enviaram o filho para Lisboa aos 12 anos de idade para estudar. Aluno brilhante e com jeito para liderar, experimentou em Lisboa as tentações da vida fácil, como ele mesmo confessa numa das suas cartas. Após o falecimento da sua mãe a sua vida mudou, e sentiu a chamada para o sacerdócio, sendo ordenado em 1617, ainda em Lisboa. Sentindo a inquietude missionária, partiu para México. Lá conheceu a Ordem de Santo Agostinho, no seu ramo dos reformados recoletos, e entrou no noviciado, tomando o nome de Vicente de Santo António. Tendo ouvido falar das missões do Oriente e das dificuldades e perseguições dos cristãos, pediu para lá ir. Em 1620 chegou às Filipinas, onde professou os seus votos como membro da Ordem. Um ano depois, em Abril de 1623, partiu para o Japão, onde chegou em Outubro do mesmo ano. Na cidade de Nagasaki foi acolhido pelo Agostinho mexicano Bartolomé Gutiérrez.
Começou assim uma vida de clandestinidade pelas ruas da cidade, mascarado de caixeiro ambulante, adotando nome e roupas diferentes: pregava nas casas que lhe abriam as portas, consolava os perseguidos, e provocava mais conversões. Seis anos mais tarde, em 1629, ele e os outros colegas foram delatados por um renegado ex-cristão, e foram presos. Após três anos de prisão e de tormentos o P. Vicente, junto com o P. Bartolomé e o P. Francisco de Jesus, morreram queimados vivos numa fogueira, em Nagasaki, a 3 de Setembro de 1632.
São admiráveis as cartas que escreveu o beato Vicente aos seus amigos e discípulos, já durante os tempos de prisão. Estas cartas foram editadas num livro titulado Cartas do Japão (Ed. Távola Redonda) em 2001.
A diocese do Algarve honra a memória do beato Vicente de Santo António, mártir, no dia 7 de Setembro. E a sua cidade natal, Albufeira, celebra-o neste mesmo dia com festas populares e uma procissão.


Ler mais: http://agostinhos-em-portugal.webnode.pt/a-osa-em-portugal/passado/agostinhos-portugueses-ilustres/beato-vicente-de-santo-antonio/

Beato Vicente de Santo António

Sob a designação de “Beatos Mártires do Japão” estão englobados 205 mártires (padres e leigos) que deram a vida pela fé nos inícios do século XVII, e que foram beatificados a 7 de Julho de 1867 pelo papa beato Pio IX. Destes mártires, doze foram agostinhos: 5 padres, e sete leigos japoneses, que eram catequistas, irmãos terciários e membros da Confraria de Nossa Senhora da Consolação fundada ali pelos Agostinhos. A família agostiniana celebra a festa destes doze Agostinhos Mártires do Japão no dia 28 de Setembro.
Os primeiros missionários que chegaram ao Japão foram os jesuítas, seguindo as pegadas de S. Francisco Xavier, que faleceu às portas do país em 1552. Depois deles chegariam outras ordens religiosas, e entre eles os Agostinhos, a partir de 1602. Muito cedo, de maneira calma e escondida, entre todos fizeram germinar a semente do Evangelho entre o difícil povo japonês. Mas nem todos os missionários agiram de maneira prudente, de modo que o Governo central acabou por reagir. Naquela altura governava o país a família Tokugawa, que agiam como regentes (shogun) em nome do Imperador do Japão. Eles consideraram a propagação do Evangelho como uma intromissão inadmissível de costumes estrangeiros nas tradições milenárias do povo japonês, sustentadas no culto à figura do Divino Imperador. Em 1614 saiu um decreto contra o cristianismo que ordenava fechar as igrejas e obrigava aos fiéis a abandonar aquela fé, condenando-os de facto à clandestinidade. A partir de 1617 as dificuldades e os tormentos fizeram, infelizmente, com que muitos renegassem, inclusive alguns missionários europeus. Mas grande seria também o número daqueles que preferiram morrer antes do que renegar de Cristo.
De entre eles destacaremos agora o único mártir Agostinho procedente de Portugal: Vicente Simões de Carvalho. Ele nasceu em 1590 na cidade de Albufeira, no Algarve. O pai dele, António Simões, era médico, e os conhecimentos que aprendeu ao pé dele iam revelar-se muito úteis no futuro. António e a sua esposa, Catarina Pereira, enviaram o filho para Lisboa aos 12 anos de idade para estudar. Aluno brilhante e com jeito para liderar, experimentou em Lisboa as tentações da vida fácil, como ele mesmo confessa numa das suas cartas. Após o falecimento da sua mãe a sua vida mudou, e sentiu a chamada para o sacerdócio, sendo ordenado em 1617, ainda em Lisboa. Sentindo a inquietude missionária, partiu para México. Lá conheceu a Ordem de Santo Agostinho, no seu ramo dos reformados recoletos, e entrou no noviciado, tomando o nome de Vicente de Santo António. Tendo ouvido falar das missões do Oriente e das dificuldades e perseguições dos cristãos, pediu para lá ir. Em 1620 chegou às Filipinas, onde professou os seus votos como membro da Ordem. Um ano depois, em Abril de 1623, partiu para o Japão, onde chegou em Outubro do mesmo ano. Na cidade de Nagasaki foi acolhido pelo Agostinho mexicano Bartolomé Gutiérrez.
Começou assim uma vida de clandestinidade pelas ruas da cidade, mascarado de caixeiro ambulante, adotando nome e roupas diferentes: pregava nas casas que lhe abriam as portas, consolava os perseguidos, e provocava mais conversões. Seis anos mais tarde, em 1629, ele e os outros colegas foram delatados por um renegado ex-cristão, e foram presos. Após três anos de prisão e de tormentos o P. Vicente, junto com o P. Bartolomé e o P. Francisco de Jesus, morreram queimados vivos numa fogueira, em Nagasaki, a 3 de Setembro de 1632.
São admiráveis as cartas que escreveu o beato Vicente aos seus amigos e discípulos, já durante os tempos de prisão. Estas cartas foram editadas num livro titulado Cartas do Japão (Ed. Távola Redonda) em 2001.
A diocese do Algarve honra a memória do beato Vicente de Santo António, mártir, no dia 7 de Setembro. E a sua cidade natal, Albufeira, celebra-o neste mesmo dia com festas populares e uma procissão.


Ler mais: http://agostinhos-em-portugal.webnode.pt/a-osa-em-portugal/passado/agostinhos-portugueses-ilustres/beato-vicente-de-santo-antonio/

🌹APARIÇÃO DE NOSSA SENHORA DO MONTE🌹-serra da Gardunha

🌹Aparição de Nossa Senhora da Serra da Gardunha, Fundão.🌹 Ninguém sabe o ano da Aparição mas conta a tradição que, numa tarde,...