quarta-feira, 20 de setembro de 2017

17.09.2017-MENSAGEM DE NOSSA SENHORA AO VIDENTE MARCOS TADEU


Eu derramo durante todos estes anos pela perda dos Meus filhos.
Sobretudo, a perda dos Meus filhos consagrados a Deus, aquelas almas que haviam dado suas vidas e seus corações ao Meu Filho Jesus e a Mim na vida consagrada. E voltaram ao mundo dedicando-se unicamente a perderem-se no pecado e a viverem longe do amor dos Nossos Corações.
Também, são muitas as Lágrimas que Eu derramo por aquelas almas que foram escolhidas pelo Meu Filho Jesus e por Mim, que ouviram o: “Vem e segue-Me!” Mas, disseram que tinham muitas coisas a cuidar no mundo, que tinham o seu coração apaixonado por esta ou aquela pessoa, por este ou aquele prazer e por causa disso recusaram... recusaram-se a dar os seus corações ao Meu Filho Jesus e a Mim.

SANTOS DE CADA DIA- 20 DE SETEMBRO-SANTA FAUSTA E SANTO EUSTÁQUIO

Santa Fausta de Narni, Mártir - 20 de setembro

 


   
     "Em Cizico em Propôndites (Ásia Menor), o natal dos santos mártires Fausta, virgem, e Evilásio, sob o imperador Maximiliano. Fausta foi suspensa e atormentada pelo próprio Evilásio, sacerdote dos ídolos, tendo sido despojada dos cabelos e raspada por humilhação. Em seguida, os carrascos querendo serrá-la ao meio, não conseguiam tocá-la. Evilário, maravilhado com aquilo, se converteu a Cristo. E enquanto ele, por ordem do imperador, era torturado terrivelmente, Fausta, ferida na cabeça, traspassada com pregos por todo o corpo e colocada num tacho ardente, finalmente, junto com o mesmo Evilário, era chamada por uma voz celestial e voou para o Senhor".
     Assim o Martirológio Romano fixa a memória da santa de hoje. Como muitas vezes acontece, estas informações foram obtidas exclusivamente a partir de Atos, ou mais propriamente, de uma Passio, a qual os historiadores modernos atribuem um valor nulo, especialmente para certas excentricidades.
     O documento também foi utilizado pelo famoso historiador Beda, o Venerável, em seu martirológio, no qual lemos as mesmas informações acima. É interessante como ele assumiu duas variantes. O primeiro suplício de Santa Fausta, “despojada de cabelo e raspada com desprezo” foi de fato ampliado por ele sintetizando dois documentos diferentes, um dos quais atestava apenas que a mártir tinha sido "despida de cabelos". Esse suplício foi, obviamente, um dos "números" favoritos dos carrascos, pois é mencionado em outros casos de santas virgens mártires; o mesmo pode ser dito da tentativa (que falhou no caso de Fausta) de serrá-las “ao meio”, "quase como um pedaço de madeira”, como Beda acrescenta.
     A mártir de Cizico consumou o seu sacrifício supremo quando a chamou "uma voz celestial". As relíquias de Fausta foram objeto de uma dupla transladação: em meados do século VI para Narni e, em seguida, no século IX para Lucca.
     Em Narni, sendo São Cássio bispo de 537 a 558, mandou construiu para a esposa amada, chamada precisamente de Fausta, um túmulo, que depois quis enriquecer com as relíquias da santa homônima de Cizico. Assim começou a ser venerada uma Santa Fausta de Narni.

Santos Eustáquio e companheiros, Mártires. (+ Roma, sécs. I-II)Santa Teopista, e os dois filhos do casal, Santos Agapeto e Teopisto.
 

            Segundo antiga tradição, nos tempos do imperador Trajano, em data não muito determinada, sofreram o martírio Santo Eustáquio, que tinha sido um dos mais prestigiosos e heróicos generais do Império, sua esposa Santa Teopista, e os dois filhos do casal, Santos Agapeto e Teopisto. 

Foram todos colocados dentro de uma estátua de metal com forma de touro, aquecida em brasa.

Santo Eustáquio (ou Eustácio) é um lendário mártir e santo militar cristão, que alegadamente terá vivido no final do século I e inícios do século II da nossa era. 

Tal como muitos outros santos, há poucas provas da existência de Eustáquio; alguns elementos da sua história estão, de resto, presentes nas vidas de outros santos (como São Huberto).
Era festejado pela Igreja Católica no dia 20 de Setembro, mas a Igreja deixou de observar esta data desde que, em 1969, o Papa Paulo VI removeu do calendário litúrgico inúmeros santos que careciam de documentação histórica conveniente.

Antes da sua conversão ao cristianismo, Eustáquio era um general romano de nome Plácido (latim: PLACIDVS) ao serviço do imperador Trajano. 

Enquanto caçava nas proximidades de Roma, Plácido teve uma visão de Jesus entre os anjos. Acto contínuo, converteu-se, fez-se baptizar a si e à sua família, e mudou o seu nome para o grego Eustachion (com o significado de «boa fortuna»).

Uma série de calamidades abateram-se sobre o recém-convertido e a sua família para testar a sua fé: foi roubado, a sua esposa raptada pelo capitão do navio onde seguia e, por fim, ao atravessar um rio, os seus dois filhos foram levados, um por um lobo, outro por um leão. 

Tal como Jó, Eustáquio lamentou-se, mas não vacilou nem perdeu a fé.

Acabaria por recuperar o seu prestígio, cargos e reunir a família; porém, quando demonstrou a sua nova fé ao recusar-se a fazer um sacrifício pagão, o imperador Adriano condenou Eustáquio, a esposa e os filhos à morte, ordenando que fossem cozinhados vivos dentro de um touro de bronze, no ano de 118.



Cena da conversão e martírio de Santo Eustáquio

Devoção

A história tornou-se popular graças à Legenda Áurea de Jacopo de Voragine (c. 1260) e Eustáquio tornou-se santo patrono dos caçadores, sendo também invocado em tempos de adversidade; foi incluído entre os catorze santos auxiliares.
A ilha de Sint Eustatius, nas Antilhas Neerlandesas, foi assim chamada em sua honra.

 Santo Eustáquio chamava-se Plácido e sua esposa Tatiana, antes de se converterem  ao Cristianismo.

 Plácido foi um general que viveu em Roma na época do imperador Trajano (98-117). 

Ainda pagão, Plácido era notavelmente virtuoso e tinha um amor especial para com os pobres. Vendo sua natureza bem intencionada, Deus se revelou a ele como havia feito com São Paulo. 



Certo dia, caçando na floresta, Plácido apanhou um grande cervo e, entre seus chifres viu uma cruz mais brilhante que o sol na qual se lhe revelou a face de Cristo.

 Ouviu ainda uma voz que lhe disse: 

 «Plácido, por que me persegues? Eu sou o Cristo, a quem, inconscientemente, tens honrado com tuas boas obras. 

Eu vim ao mundo como homem para salvar a humanidade, e como tal, mostro-me hoje a ti para acolher-te na rede do meu amor pela humanidade».

 Assombrado e aterrorizado, Plácido caiu de seu cavalo e permaneceu inconsciente por várias horas. 

A veracidade de sua visão foi indubitável quando Cristo lhe  apareceu uma segunda vez e lhe deu a conhecer que é Deus por natureza, que fez o céu e a terra, e que por seu amor à humanidade, assumiu como própria a nossa natureza humana.
Plácido ,então, acreditou do fundo de seu coração, e se fez batizar juntamente com sua esposa e filhos, recebendo todos eles novos nomes cristãos.

 Os pais passaram a se chamar Eustáquio e Teopista, e seus dois filhos, Agapito e Teopisto.
 
Encontrando em Eustáquio a virtude que provém da fé, o Senhor novamente se mostrou a ele dizendo-lhe das tribulações que o diabo usou para com Jó, e que também a ele estas coisas poderiam acontecer, mas, que a divina graça estaria com ele. 

E, um pouco adiante Eustáquio perdeu todos os seus bens e decidiu então embarcar para o Egito com sua esposa e filhos.

 O capitão do barco, desavergonhado e licencioso, capturou sua esposa no momento em que ele desembarcava seus filhos.

 Com lágrimas nos olhos Eustáquio prosseguiu seu caminho e, enquanto atravessava um rio, um lobo e um leão afugentaram seus filhos, ficando Eustáquio solitário e arruinado, mas firme em sua fé e com sua esperança voltada no Senhor. 

Ele, que já havia sido um notável membro da nobreza romana, agora perambulava de um lugar a outro, tendo a mesma paciência de Jó e vivendo de trabalhos eventuais. 

Finalmente estabeleceu-se num lugar chamado Badissos cuidando de um jardim, não muito longe de onde seus dois filhos, que haviam sido resgatados por alguns pastores, cresciam sem saber do pai.
Quinze anos mais tarde, os bárbaros tinham feito cativa sua esposa Teopista, preparavam-se para invadir em massa o império; os romanos não encontraram um general suficientemente hábil que pudesse enfrentar ao ataque.

 O Imperador lembrou-se então das muitas vitórias e do grande valor de Eustáquio, e mandou que o buscassem. 

Quando se apresentou na corte, mal era possível reconhecê-lo, pois a pobreza e a miséria haviam deixado suas marcas em seu semblante. 

O imperador lhe restituiu a sua posição e posses, dando-lhe também o comando da Legião. 

E, com a ajuda de Deus, afastaram para longe os bárbaros.  

Durante a campanha Eustáquio reencontrou a sua esposa e filhos e pode provar que sua paciência não ficou sem recompensa nesta vida.

Em seu retorno triunfal a Roma, Adriano, o novo imperador, o encheu de presentes e perguntou-lhe se, em agradecimento por sua vitória, iria oferecer um sacrifício aos ídolos. 

Eustáquio respondeu que sua vitória pertencia somente a Cristo e não a poderes imaginários de falsos deuses. 

Esta resposta enfureceu o tirano e, novamente, todos os seus bens foram confiscados e sua esposa e filhos foram levados como comida aos leões famintos, mas os animais não se atreveram a tocá-los, sentando-se, com reverência, diante deles.

Os santos foram então jogados num caldeirão cheio de bronze fervente (outras lendas dizem que foram cozinhados numa estátua de boi de bronze) onde entregaram suas almas a Deus sem que seus corpos sofressem qualquer alteração.

 Isto produziu grande assombro aos pagãos, e grande alegria aos fiéis que, por estes sinais reconheceram que a graça de Deus habitava aqueles corpos dos santos mártires, e neles permaneceu como conforto no sofrimento. 

Que suas intercessões sejam também com todos nós!



 
Que através da intercessão de Santo Eustáquio, 
o Senhor nos dê paciência na adversidade.

Interceda por nós, ó Deus,
 o mártir Santo Eustáquio,
 para que guardemos fielmente e
proclamemos em nossas obras
 a fé que ele testemunhou com o seu sangue.
 Por nosso Senhor Jesus Cristo,
 vosso Filho,
 na unidade do Espírito Santo.



Por intercessão de vossos mártires que, carregando a cruz, seguiram vossos passos,  
 dai-nos, Senhor, suportar com coragem as dificuldades da vida.
 "Ele nos consola em todas as nossas aflições, para que, com a consolação que nós
mesmos recebemos de Deus, possamos consolar os que se acham em toda e qualquer aflição. "

 2Cor 1,4

São Jorge, a cena do nascimento do Senhor e Santo Eustáquio


A visão de Santo Eustáquio

 A visão de Santo Eustáquio 

A visão de Santo Eustáquio

"Pois, à medida que os sofrimentos de Cristo crescem para nós, cresce também a nossa
consolação por Cristo."
2 Cor 1,5


Santo Eustáquio,
 protetor contra a discórida familiar,
 orai pela união de nossas famílias em Cristo Jesus. 
Santo Eustáquio,
orai por nós!



Santo Eustáquio, 
invocado contra o fogo temporal e eterno, 
orai por nós!









 

segunda-feira, 18 de setembro de 2017

SANTOS DE CADA DIA 19 DE SETEMBRO- S. JANUÁRIO e Santa Emília Maria G. de Rodat

 Santa Emília Maria G. de Rodat, Fundadora - 19 de setembro   

A santa protetora dos que muito amam - porque muito amou


 

Maria Guilhermina Emília de Rodat nasceu no castelo de Druelle, situado a 8 k de Rodez, capital de Rouergue, no dia 6 de setembro de 1787, era a primogênita do casal João Luís Guilherme Amans de Rodat e Henriete de Pomairols. Além de Eleonora, modelo de virtude, Emília tinha mais três irmãos: Carlota, Luís Guilherme e Armando Henrique.

     Aos 11 anos recebeu sua primeira comunhão clandestinamente, na capela de Ginals, sem nenhuma festa. Seus avós aproveitaram a presença de um dominicano, José Delbès, refugiado no castelo, para realizar a cerimônia, marcando uma etapa de sua vida interior. Era a época da infame Revolução Francesa, na qual os religiosos foram expulsos dos conventos, as igrejas foram profanadas, as relíquias quebradas e os túmulos violados.

     Em 1803, Emília era uma encantadora jovem, viva e graciosa, um pouco altiva e autoritária - notava-se nela tendências para a vaidade e o orgulho. Apesar das crises próprias da adolescência, Emília conservou sempre vivo o atrativo pelos pobres. Em companhia de Maria Ana Gombert, uma humilde moça de Villefranche, visitava os pobres e doentes com frequência.

     Em 1804, na Festa do Corpo de Deus, as palavras de um missionário determinaram a sua total conversão. Começou a vestir-se com muita simplicidade desprezando as modas. Ia diariamente à Igreja de Ampiac, à meia hora de Druelle, onde assistia à Santa Missa. Ainda nesse ano, recebeu o sacramento da crisma com muito fervor.

     Deixou então Druelle a fim de voltar para Villefranche e foi morar na casa da Sra. Saint-Cyr, dona de um pensionato reservado às senhoritas da sociedade. O Pe. Antônio Marty era o confessor da casa e tornou-se seu diretor espiritual.

     Em 1806, a Sra. Saint-Cyr aproveitou a relativa instrução de Emília para lhe confiar aulas de Catecismo e de Geografia.

     Em 1809, aos 22 anos, Emília fez algumas tentativas de ingresso na vida religiosa, sem sucesso. Triste, mas não desanimada com esse fracasso, obteve de seu diretor a permissão para pronunciar os votos privados em 21 de novembro desse mesmo ano.

     Em maio de 1815, durante uma visita que fazia aos pobres, Emília ouviu várias mães de família lamentarem a ignorância de suas filhas, sobretudo quanto à instrução religiosa. Elas diziam que antes da Revolução Francesa as religiosas ursulinas ensinavam-nas gratuitamente, o que não tinham suas filhas.

     Este lamento transpassou como um dardo a alma de Emília, que lhes disse: “Enviem-me suas filhas, eu as instruirei”. Sentiu o apelo irrecusável de Deus para socorrê-las numa fundação, em Villefranche, destinada à instrução das meninas pobres.

     Querendo iniciar sem demora a execução do seu projeto, Emília obteve da Sra. Saint-Cyr a permissão para dar aulas às crianças no seu exíguo quarto, tendo chegado rapidamente ao número de quarenta meninas.

     Com algumas companheiras teve que enfrentar grandes dificuldades. Em um ambiente hostil e sem meios financeiros, era difícil achar um local para morar, mas a Providência veio enfim em auxílio delas: no início de 1816, uma antiga aluna da Sra. Saint-Cyr, a Srta. Vitória Alric, prometeu alugar a metade de um imóvel, embora insalubre e mal situado.

     No dia 30 de abril, com suas companheiras, começou a viver ali uma rigorosa vida religiosa e, no dia 1º de maio, vestiram um hábito muito simples. No dia 3 de maio, à sombra da cruz, abriram também uma classe denominada Santa Maria para as meninas de média condição. Três órfãs foram igualmente adotadas.

     Em junho de 1816, D. Grainville, Bispo de Cahors, que se encontrava em Villefranche, consentiu que as Irmãs tivessem uma capelinha com o Santíssimo Sacramento. A partir desse momento, as Irmãs julgaram-se ricas no meio de tanta pobreza. Na Páscoa de 1817, Emília fez seus primeiros votos temporários.

     O grande número de alunas tornara necessária a aquisição de um novo local. No dia 29 de junho de 1817, transferiram-se para a casa Saint-Cyr, abandonada pelos membros da frágil federação. O número das Irmãs dobrou, e o Pe. Marty, apesar de inúmeras ocupações, permaneceu como capelão oficial. A obra prosperava sempre.

     O Pe. Grimal, benfeitor do instituto e protetor das Irmãs, decidiu pela compra do antigo Convento dos Franciscanos, abandonado desde 1793, uma casa contínua e mais tarde, um jardim. Em 29 de junho de 1819, as Irmãs tomaram posse da moradia definitiva, atual Casa-Mãe das Religiosas da Sagrada Família, onde solenemente fizeram os primeiros votos.

     Em agosto de 1820, começaram para Madre Emília as terríveis tentações contra a fé, a esperança e a caridade, que duraram 32 anos, levando-a a um estado extraordinário de sofrimento interior. Além disso, as Irmãs, as postulantes e até mesmo as alunas foram atingidas por uma terrível epidemia. A maioria das meninas abandonou as classes, e as postulantes voltaram para suas famílias. Nenhuma candidata se apresentava por ter medo do contágio e da morte.

     No dia 29 de agosto de 1822, o Pe. Marty enviou Madre Emília a Aubin para consultar-se com um médico renomado. Ao mesmo tempo, a Sra. Constans, pensionista em Villefranche e originária da localidade, convidou Madre Emília para fundar um educandário para moças em Aubin. O Pe. Marty deu o seu consentimento.

     Chegando a Aubin, ela ocupou-se ativamente da nova fundação, primeira do instituto, que estava no seu sexto ano de existência. O projeto foi bem aceito pelas autoridades locais e pelos habitantes. Além do cuidado com as crianças, as Irmãs visitavam os doentes e os pobres. Em breve, várias jovens, atraídas pelos bons exemplos das Irmãs, pediram para serem admitidas na Sagrada Família.

     No dia 1º de agosto de 1832, Madre Emília, acompanhada de três Irmãs, viajou para Livinhac com a difícil missão de transformar uma pequena comunidade numa casa religiosa destinada à educação das jovens, como as de Villefranche e Aubin. A princípio, havia duas comunidades na mesma casa. Aos poucos, as Irmãs foram se adaptando ao novo estilo de vida, depositando em Madre Emília confiança e estima.

     Até 1834 a Congregação da Sagrada Família compunha-se exclusivamente de Irmãs clausuradas que se dedicavam ao ensino no interior do convento, e de Irmãs conversas que exerciam diversas funções fora do claustro, dedicando-se aos pobres e aos doentes. Foi naquele ano que ocorreu algo totalmente imprevisto: a fundação das casas não clausuradas. Em alguns meses, houve três fundações. A Providência aproveitou-se do fato para dar origem ao segundo ramo do instituto: as Irmãs das Escolas, que seguiam em tudo as mesmas diretrizes que as outras, com exceção da clausura.

     No dia 15 de novembro de 1834, o Pe. Marty faleceu aos 78 anos de idade. A madre, que o teve como diretor espiritual desde os 18 anos, sofreu profundamente com a perda. No dia 18 de novembro, o conselho escolheu o Pe. Blanc para substituí-lo no governo da congregação.

     A fundadora continuou abrindo escolas num ritmo bastante acelerado.

     Além das provações interiores e das doenças, Madre Emília carregou também com profunda humildade e paciência a cruz da incompreensão que teve de suportar da parte de várias Irmãs da comunidade. Acusavam-na de arruinar a congregação com sua caridade exagerada, foi submetida à vigilância de uma ecônoma. Abriam suas cartas, vigiavam-na para impedi-la de conversar com as Irmãs que sofriam com essas humilhações e que pareciam auxiliá-la.

     Apesar de tantas provações, a Madre vivia na mais inalterável paz. Na sua profunda humildade, dizia: “Peço a Deus que suscite alguém para reparar meus erros”.

     No início de julho, sentindo-se livre das tentações que há anos a martirizavam, pressentiu estar perto o seu fim. Na madrugada de 4 de setembro, sofreu um desmaio que a impediu de descer para a missa. A partir desse dia, não deixou mais o seu quarto. Dedicou seus últimos dias às suas filhas: falou com cada uma em particular para lhes dar seus derradeiros avisos. Apesar de sua fraqueza, permaneceu lúcida até o fim.

     No dia 19 de setembro de 1852, às 13h30m, na presença do Pe. Faber e de algumas Irmãs, num último esforço, tomou seu crucifixo, que nunca deixava, fitou-o, colocou os lábios nas chagas do Salvador e, inclinando a cabeça, exalou o último suspiro.

     Quando a triste notícia do falecimento de Madre Emília espalhou-se pela cidade, o povo, chorando e lastimando a grande e irreparável perda, exclamava: “Morreu a Santa!”.

     Madre Rodat foi beatificada em 9 de junho de 1940; e canonizada em 23 de abril de 1950.



 
JACAREÍ, 16 DE JULHO DE 2017
FESTA DE NOSSA SENHORA DO CARMO
                                            644ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR
MENSAGEM DO NOSSA SENHORA E SANTA EMÍLIA
COMUNICADAS AO VIDENTE MARCOS TADEU TEIXEIRA
 NAS APARIÇÕES DE JACAREÍ
(São Geraldo apareceu juntamente para dar a benção especial ao Sr. Carlos Tadeu)


(Maria Santíssima): “Queridos filhos, Sou a Senhora do Carmo, hoje, quando comemoram a Minha Festa, a Minha Aparição ao Meu filho São Simão Stock, Eu venho mais uma vez do Céu para lhes dizer:
Usem o Meu Escapulário do Carmo com Amor, aqueles que usarem durante toda a vida e morrerem com ele não conhecerão as chamas eternas e serão libertados por Mim do Purgatório no sábado seguinte ao dia da sua morte.
Usem o Meu Escapulário do Carmo com amor, procurando também viver uma vida santa, para que então, a santidade de vocês unida à graça do Meu Escapulário possa leva-los àquelas belíssimas moradas que Eu preparo para vocês no Céu e os tornem dignos de verem a Deus face a face no Céu.
Usem o Meu Escapulário do Carmo com amor, para que então, Eu esteja sempre acompanhando vocês por toda a parte e cobrindo-os com o Meu Manto, para que o Meu inimigo não possa fazer mal a vocês nem possa leva-los pelo caminho da perdição.
Amem... amem a Deus com amor puro, com todo amor dos seus corações, com todas as suas forças. O amor é Deus, Deus é Amor! E o que Ele deseja nas Minhas Aparições Aqui é o amor!
Continuo aparecendo aqui até hoje por tantos anos buscando o amor no coração dos Meus filhos. Que as orações de vocês sejam orações de amor.
Façam orações de amor Meus filhos, orações pedindo o amor, orações desejando o amor, orações desejando a Deus com amor, para que essas orações verdadeiramente levem vocês a amarem mais a Deus com obras, com o ‘sim’, com a renúncia de vocês, para produzirem frutos de amor para o Senhor.
Se as orações de vocês não levam a um desejo maior de Deus, a uma união maior com Deus, suas orações não terão sentido, nem terão muito valor.
Por isso, rezem fazendo orações de amor, desejando mais e mais a Minha Chama de Amor, para com ela amar a Deus, amar-Me e amar também as almas com esse amor que o Meu filho Marcos falou, o amor sobrenatural: ÁGAPE. O amor que levará vocês verdadeiramente a serem chamas incessantes de amor.
Sejam amor, vivam de amor!
Convertam-se sem demora, porque estão na última meia hora do dia de Deus e esses últimos minutos dessa última meia hora passarão mais rápido, para que todo o universo seja enfim libertado do domínio do Meu inimigo e possa conhecer o cume de sua libertação e de sua total renovação.
Rezem o Meu Rosário Meus filhos, fazendo o Rosário com amor. Que o Rosário de vocês sejam um Rosário de amor, desejando mais a Deus, desejando o amor e depois dando o amor que Deus pede no dia a dia, no sacrifício, na oração, no serviço, no trabalho, enfim, em todas as coisas.
Convertam-se sem demora, é a última meia hora do dia de Deus e em breve Meus filhos, soará a Minha Hora, Eu terei de ir e quando Eu for o Meu filho mandará o Grande Castigo.
O que impede o Castigo de vir Sou Eu que estou aqui nas Minhas Aparições em Jacareí, mas quando Eu Me for e não vier mais todos os dias aqui será retirado aquele que detém o castigo, ou seja, o Meu Imaculado Coração. E então, verdadeiramente virá o Castigo.
Convertam-se sem demora, vivam o amor, sejam o verdadeiro amor.
A todos Eu abençoo com amor, de Fátima, de Montichiari e de Jacareí.”

O Vidente marcos Tadeu vendo Nossa Senhora

O vidente Marcos Tadeu vendo Santa Emília

O vidente Marcos Tadeu vendo São Geraldo









(Santa Emília): “Amados irmãos Meus, Eu, Emília, venho do Céu para dizer a vocês: Sejam amor renunciando a todo tipo de amor mundano, às paixões, aos prazeres que fazem a natureza humana de vocês de cair mais baixo ainda que os animais . E abram os seus corações ao amor divino, ao amor sobrenatural, para que então, esse mundo miserável e empobrecido pelo pecado possa enfim conhecer o amor sobrenatural, o amor divino que tudo renovará e tudo elevará até o maior cume de santidade que a humanidade jamais conheceu.
Sejam amor vivendo o amor no dia a dia, sobretudo, dando a Deus a resposta de amor que Ele pede a vocês todos os dias no dia a dia e sobretudo, na hora da renúncia e na hora do sacrifício.
Não sejam almas hipócritas, que rezam o Rosário pedindo um amor que negam a Deus e à sua Mãe quando é hora de se doar, quando é hora de amar. Mas, sejam almas verdadeiras, almas que de verdade pedem o amor, querem o amor e dão amor sendo almas de verdadeiro e intenso amor.
Sejam amor procurando em tudo colocar o amor sobrenatural, para que então, até mesmo as mais pequenas e aos olhos dos homens insignificantes ações de cada dia, essas ações sejam sobrenaturalizadas.
Ou seja, o amor sobrenatural dê a elas valor sobrenatural, poder sobrenatural com o qual vocês agradarão muito ao Senhor e também conquistarão muitos méritos para vocês, para a vida eterna.
Sejam amor sobrenaturalizando todas as ações de vocês, fazendo tudo com amor sobrenatural. Para que então verdadeiramente a vida de vocês seja preciosa, valiosa e rica aos olhos de Deus e um dia esta riqueza toda de vocês aplicada às almas gerem a conversão e a salvação de muitas e muitas almas.
Rezem o Rosário, o Rosário rezado com amor é um meio poderosíssimo para conseguir o amor sobrenatural.
Eu, Emília estarei ao lado de vocês para ajuda-los e para auxiliá-los nessa grande e a mais importante tarefa da vida de todo o homem.
Eu não Sou a mesma Emília que já apareceu aqui, venho pela primeira vez porque amo muito o Meu amadíssimo Marcos, amo muito o Pai  Espiritual dele, Carlos Tadeu, e porque amo muito a todos vocês também.
Protejo vocês, vocês não Me conhecem mas Eu os conheço, sei tudo que acontece com vocês e rezo por vocês diante do Senhor.
Quero ser amiga de vocês, chamem-Me em tudo que precisarem de Mim e Eu virei do Céu para ajuda-los da melhor forma que Me permitir o Senhor.
A todos agora e ao Meu amadíssimo e prediletíssimo Marcos, abençoo com Amor.”


(Marcos): “Mãezinha do Céu, querido São Geraldo, Santa Emília, vós podeis ter a bondade de tocar nessas Cruzes e Terços que fizemos para a proteção dos vossos filhos?”





VÍDEO DA APARIÇÃO:

https://www.youtube.com/watch?v=wqxEVpnWF5A
VÍDEO DA PALESTRA SOBRE O AMOR ÁGAPE: https://www.youtube.com/watch?v=npOOR7K5Ors

São Januário

Os santos Januário, Festo, Desidério, Sosso, Procolo, Eutiquete e Acúcio, sobre os quais possuímos Paixões muito posteriores, parecem ter derramado o sangue por Jesus Cristo no início do século IV. Numa breve nota hagiográfica da Liturgia das Horas lê-se que “São Januário”, bispo de Benevento, sofreu o martírio em Nápoles, junto com os seus companheiros, durante a perseguição de Diocleciano.” Os bispos de Benevento com esse nome são pelo menos dois: São Januário, mártir em 305, e São Januário II que em 342 participou do Concílio de Sardes. Este último, perseguido pelos arianos por causa de sua adesão à fé de Nicéia, teria sido venerado como mártir. Mas a maior parte dos historiadores são propensos a identificar o padroeiro de Nápoles com o primeiro, ou melhor, com o mártir napolitano de Pozzuoli. Fora condenado às feras do anfiteatro de Pozzuoli, juntamente com os companheiros de fé. Por causa do atraso de um juiz, teria sido decapitado e não dado como alimento às feras. Um século mais tarde, em 432, na oportunidade da trasladação de suas relíquias de Pozzuoli para Nápoles, uma senhora teria entregue ao Bispo João duas ampolas contendo o sangue coagulado de São Januário. Como garantia da afirmação da mulher o sangue se liquefez diante dos olhos do bispo e de uma grande multidão de fiéis. O evento singular, desde então, se repete todos os anos em determinados dias: no sábado que precede o primeiro domingo de maio, nos oito dias sucessivos, a 16 de dezembro, a 19 de setembro e durante toda a oitava das celebrações em sua honra. Os testemunhos sobre esse fenômeno começam a partir de 1329 e são tão numerosos e concordes de tal modo que não se podem contestar. O prodígio, confirmado também pela ciência, é seguido por toda a população napolitana. A sincera devoção dos napolitanos para com o mártir, historicamente pouco identificável, fez com que a memória de São Januário, celebrada liturgicamente já desde 1586, fosse conservada no novo calendário. Como ao fenômeno falta uma explicação natural, não dependendo nem da temperatura nem do ambiente, podemos de qualquer modo atribuir-lhe o significado simbólico de um testemunho vivo do sangue de todos os mártires na vida da Igreja, nascida do sangue da primeira vítima, Jesus Cristo

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Outros Santos do mesmo dia: Santo Peleu e companheiros, Santa Sena, Santo Gerico, Santa Emilia Maria Guilhermina de Rodat, Santa Maria de Nossa Nossa da Redenção, Santo Teodoro da Cantuária, Santos Teodoro, Davi e Constantino, Santo Afonso de Orozco, Santo Arnolfo de Gap, Beata Francisca Cauallado Baixauli, Beata Maria de Jesus Yglesia e Beatas Dolores Aguiar-Mella Díaz e Consuelo Aguiar-Mella Díaz.

ACESSE