terça-feira, 28 de novembro de 2017

santos de cada dia, 28 de novembro- São Tiago da Marca

São Tiago da Marca

São Tiago das Marcas é com João de Capistrano, Bernardino de Sena e Alberto de Sarteano, uma das quatro colunas da Observância Franciscana, a singular reforma do século XV, que propôs novamente, frente a um humanismo exagerado, o retorno à vida pobre, simples e ao zelo apostólico dos primeiros tempos do franciscanismo.

Natural de Monteprandone, na província de Ascoli Piceni, região das Marcas, na Itália, São Tiago nasceu no dia 1º de setembro de 1391. Seu nome de batismo era Domingos Gangali e, ainda pequeno e órfão, foi educado pelo tio, que o conduziu sabiamente no seguimento de Cristo. Estudou em Perugia, onde se diplomou em direito civil junto com o grande São João de Capistrano.

Decidiu deixar a profissão para ingressar na Ordem dos Franciscanos, onde estudou teologia e ordenou-se sacerdote. Quando vestiu o hábito, tomou o nome de Tiago, que logo foi completado com o “das Marcas”, em razão de sua origem. Foi discípulo de outro santo e seu contemporâneo da Ordem, Bernardino de Sena, que se destacava como o maior pregador daquela época, tal qual conhecemos.

Ele era magro e só dormia 3 horas por noite e usava um hábito feito de pano grosso. Ele jejuava dia sim, dia não. No final o papa proibiu que ele jejuasse porque sua saúde era de interesse público. O bom senso do Papa Sixtus IV foi notável para a época ao recomendar ao santo que cuidasse de sua saúde. Mas São Tiago comia apenas pão, feijão, alho e cebola. Dizia que o Espirito Santo o inspirava a grandes sermões com grande poder e ferocidade e com sucesso incrível, mesmo com o estômago vazio.

E era verdade. Em Camerino, certa vez seu discurso quase fez com que a plateia queimasse seu adversário. Em Aquila, 40 mil pessoas aguardavam ele descer do púlpito para dar o que seria hoje uma espécie de autógrafo. Queriam que ele escrevesse o nome de Jesus em um pedaço de pergaminho.

Para conseguir satisfazer a demanda, os frades do convento produziam milhares desses pergaminhos e Tiago colocava sua mão neles abençoando a todos os pergaminhos.

Diz a tradição que sua benção curava várias doenças.

Também Tiago das Marcas consagrou toda a sua vida à pregação. Percorreu toda a Itália, a Polônia, a Boêmia, a Bósnia e depois foi para a Hungria, obedecendo a uma ordem direta de Roma. Permanecia num lugar apenas o tempo suficiente para construir um convento novo ou, num já existente, restabelecer a observância genuína da Regra da Ordem Franciscana.

Depois, partia em busca de novo desafio ou para cumprir uma das delicadas missões em favor da Igreja, para as quais era enviado especialmente, como fizeram os papas Eugênio IV, Nicolau V e Calisto III. Participou na incursão da cruzada de 1437 para expulsar os invasores turcos muçulmanos. Humilde e reto nos princípios de Cristo, nunca almejou galgar postos na Igreja, chegando a recusar o cargo de bispo de Milão.

Viveu em extrema penitência e oração, oferecendo seu sacrifício a Deus para o bem da humanidade sempre tão necessitada de misericórdia. Mas os severos e freqüentes jejuns a que se submetia minaram seu organismo, chegando a receber o sacramento da unção dos enfermos seis vezes. Mesmo assim, chegou à idade de oitenta anos.

Faleceu em Nápoles, pedindo perdão aos irmãos franciscanos pelo mau exemplo que foi a sua vida. Era o dia 28 de novembro de 1476. Seu corpo foi sepultado na igreja de Santa Maria Nova, daquela cidade. A sua biografia mostra muitos relatos dos prodígios operados por sua intercessão, tanto em vida quanto após a morte. O papa Bento XIII canonizou Tiago das Marcas em 1726 e marcou o dia de sua morte para a celebração de sua lembrança.
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segunda-feira, 20 de novembro de 2017

Jacareí, 18.11.2017 - Palestra do Vidente Marcos Tadeu Teixeira

Jacareí, 12.11.2017 - Palestra do Vidente Marcos Tadeu Teixeira

Jacareí, 19.11.2017 - Palestra do Vidente Marcos Tadeu Teixeira

Jacareí, 19.11.2017 - Mensagem de Nossa Senhora - Aparições de Jacareí

SANTOS DE CADA DIA, 20 DE NOVEMBRO - Beata Maria Fortunata Viti E S. FELIX DE VALOIS


 Beata Maria Fortunata Viti 
 


“Humildade: esta é a virtude que Maria Fortunata personifica. Esta insignificância é a sua grandeza. Somos lembrados do Magnificat , e isso por si só fala o grau de Maria Fortunata de autenticidade cristã e a profundidade de sua perfeição espiritual. A humildade é a sua mensagem”, afirmava o Papa Paulo VI na beatificação de Maria Fortunata, nascida em Veroli na Itália no dia 10 de fevereiro de 1827. Batizada com o nome de Anna Felicia Veti foi a terceira de nove filhos do casal Luigi Viti e Anna. Sua infância esteve cheia de desafios, pois seu pai era entregue aos vícios e sua mãe faleceu quando tinha somente 14 anos. Essas circunstâncias forçaram-na a trabalhar como doméstica para sustentar a família. Com muita dedicação conduziu a família na fé e no sustento financeiro.
Decidida a entregar sua vida à Deus, no dia 21 de março de 1851, ingressou no mosteiro beneditino de Santa Maria de Franconi. Adotou o nome de Irmã Maria Fortunata e lá serviu durante 70 anos nos trabalhos de fiação e costura e lavagem e conserto das roupas. Dedicava-se profundamente à oração e piedade. A via da humildade e do serviço foi o caminho escolhido por Deus e abraçado por Maria Fortunata que permaneceu analfabeta por toda a vida, mas vigorosamente formada na disciplina da fé e do serviço aos irmãos. Sua missão silenciosa e piedosa desgastou-a e consumiu sua saúde, ficando reclusa ao seu leito sem poder andar, ouvir e falar.
Faleceu no dia 22 de novembro de 1922 e após sua morte muitos casos de milagres por sua intercessão foram relatados. Em 1935 seus restos mortais foram transladados para a Igreja da abadia. Foi declarada venerável em 1964 pelo Papa Paulo VI que também a beatificou no dia 08 de outubro de 1967. Dela falava o Papa: “Seu nome é humilde sacrifício e amor flamejante; e todos parecem refletir o sorriso, a pureza, a coragem, a obediência, o trabalho, a devoção a Maria Fortunata.”
 S. FELIX DE VALOIS
Co-fundador da Ordem da Santíssima Trindade e dos Cativos





Nasceu em Amiens, França, em 1127 e morreu em 1212, sendo o seu culto aprovado pelo Papa Alexandre VII em 1666. Foi co-fundador da Ordem da Santíssima Trindade (os Frades Trinitários) para o Resgate dos Cativos.

No começo do século XII, o distrito de Somme e Aisle na França era governado pelo Conde Raul de Vermandois e de Valois, príncipe da Casa dos Capet  e Carlosmagno. Sua esposa Alienor de Champagne era também da casa de Carlosmagno. Em 19 de abril de 1127 ela deu à luz  um filho que foi batizado com o nome de Hugo, em homenagem ao seu avô, o filho de Henry I, Rei da França.

O jovem Hugo foi enviado para a Abadia de Clairvaux para ser educado. Com 20 anos ele saiu numa cruzada, mais foi incógnito para não ser tratado de modo diferente. Três anos mais tarde ele retornou, viajou pela Itália e foi ser um eremita no norte da Itália ou perto de Clermont d’Oise. Para evitar ser reconhecido ele mudou o nome para Félix e se tornou um sacerdote.

Em 1193 ele estava vivendo em extrema solidão perto de Montigny quando recebeu a visita de São João de Matha que, tendo-se diplomado na Universidade de Paris, tornou-se sacerdote, celebrando sua primeira missa em 28 de janeiro de 1193. Eles se tornaram amigos, formando uma pequena comunidade junto com outros discípulos.

Um dia em 1197, uma corça branca, que vinha com freqüência beber água numa fonte onde os eremitas tiravam sua água, apareceu com uma cruz vermelha e azul entre os chifres. João lembrou da visão que havia tido durante a sua primeira missa, quando ele viu um anjo vestido de branco com uma cruz vermelha e azul em seu peito. Ele e Félix sabiam que a corça era um sinal de Deus e que eles deveriam seguir em frente com os planos que haviam discutido. Este plano era fundar uma Ordem Religiosa dedicada a resgatar os cativos cristãos que eram capturados pelos Mouros durante as cruzadas.

Juntos, eles apresentaram seu plano, em Roma, ao Papa Inocêncio III, o qual não só deu sua aprovação, mas deu aos fundadores o hábito da Ordem: branco com uma cruz vermelha e azul. João e Félix retornaram a França e a sua comunidade foi renomeada de Cerfroid em homenagem à corça. Em 17 de dezembro de 1198, o Papa aprova a Regra Própria da nova Ordem.

João deixou Cerfroid para começar o trabalho de resgatar os cativos; Félix ficou como Supervisor Geral em Cerfroid, mas mais tarde foi a Paris para estabelecer o hospital da Ordem em Saint Mathurin o qual havia sido doado a eles. Como resultado, membros da Ordem eram popularmente chamados de Mathurinos; os frades trinitários eram também conhecidos como “frades dos asnos” sendo que sempre usavam esse meio de transporte (o asno) como testemunho de pobreza.

Na noite de 8 de setembro de 1212, embora o frade sacristão de Cerfroid tinha esquecido de bater o sino da manhã (geralmente às 3 da madrugada), Félix desceu à Igreja para cantar o matutino com a comunidade, como de costume, e encontrou a Virgem Maria e anjos, todos eles usando o hábito da Ordem. 

Alguns dias mais tarde João de Matha retornou a Cerfroid para ver seu velho amigo, mas ficou apenas alguns dias. Em 4 de Novembro de 1212 Félix morreu com a idade de 85 anos.

Ele teria sido enterrado em Cerfroid. A grande reputação de sua santidade e de milagres reportados em sua tumba fez com que o Papa Urbano IV o canonizasse em 1 de maio de 1262.

Em 1631 os trinitários tentaram receber a permissão para celebrar as festas dos santos Félix e João liturgicamente na França e na Espanha, como seus confrades na Inglaterra haviam conseguido desde 1308; mas como o Concílio de Trento havia estabelecido controles restritivos dessas celebrações, eles não receberam permissão. A Bula papal de canonização de Félix do Papa Urbano IV também havia se perdido, assim os trinitários começaram a colher novos dados.

Eles encontraram os “canons”  de Meaux invocando São Félix desde 1219; em 1291 o Capítulo Geral fixou o dia de sua festa e em 1308 o provincial da Inglaterra recebeu os ofícios da missa do Papa João XXII. Havia bastante documentos para convencer ao Papa Alexandre VII a confirmar o culto em 21 de outubro de 1666. Mas 5 anos mais tarde o Sagrado Colégio dos Ritos ainda não havia adicionado Félix e João no Martirológio Romano, e apenas com a intercessão do Rei Luís XIV de França e Filipe V da Espanha a favor de Félix de Valois, fez com que o Papa Inocêncio XII estendesse as festas de São Félix e São João de Matha a toda Igreja católica em 1694.

São Félix é mostrado na arte litúrgica da Igreja como: 1) um velho com o hábito trinitário e correntes ou cativos ao seu lado, ou 2) perto de uma fonte onde uma corça bebe água ou 3) junto a uma corça com uma cruz nos chifres. Ele é venerado em Meaux e Valois (França).


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