terça-feira, 11 de julho de 2017

SANTOS DE CADA DIA 11 DE JULHO

11 de Julho - Dia de São Bento de Nurcia

JACAREÍ, 18.01.2015 -MENSAGEM DE SÃO BENTO DE NÚRSIA - 368ª AULA DA ESCOLA DE SANTIDADE E AMOR DE NOSSA SENHORA - TRANSMISSÃO DAS APARIÇÕES DIÁRIAS AO VIVO VIA INTERNET NA WEBTV MUNDIAL: WWW.APPARITIONSTV.COM



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(São Bento): “Amados irmãos Meus, Eu, Bento, servo do Senhor e da Mãe de Deus, alegro-Me hoje por poder vir pela primeira vez a este Lugar dar-vos a Minha Mensagem.

Eu vos agradeço pelo amor e a devoção que tendes Comigo, para Comigo, especialmente agradeço a ti Marcos, Meu devoto sincero, verdadeiro e fiel. Agradeço a todos os que tem a Minha Medalha, a todos os que tem o Meu Escapulário, os Meus Sacramentais, Eu vos protegerei de todos os males hoje e sempre.

E se vós fordes ciosos em cultivar a Minha devoção, a devoção a Mim, Eu nunca vos deixarei, vos cobrirei sempre com o Meu Cajado protetor e vos defenderei de todos os males. A quantos Aqui já tenho beneficiado, a quantos tenho dado Minhas graças e Meus milagres por usarem a Minha Medalha com confiança, Meu Escapulário com confiança e por trazerem sempre o Meu Nome na mente, na boca e no coração rezando o Terço que o Meu amadíssimo Marcos fez em Minha honra.

Oh, sim! Sobre esses Meus devotos paira agora o Meu olhar, vos conheço, vos amo a todos, sei quem reza a Mim e quem não reza, quem confia em Mim e quem não confia. E sobre aqueles que verdadeiramente Me amam desce agora a Minha Benção Especial.

Eu sei quem Me homenageia sempre, quem sempre Me demonstra seu amor, sua fé, seu carinho diante da Minha imagem. A esses Meus devotos Eu os tenho gravado no Meu coração, por eles Eu rogo 24hs por dia diante do Trono do Senhor e da Sua Mãe, ofereço por eles o Meu merecimentos para vos alcançar graças e milagres. Estou sempre ao lado deles e nunca os abandono.

Venho hoje dizer-vos: Sede Santos, para a maior glória de Deus, vivendo como Eu sempre na oração, na penitência, nos bons costumes, nos cânticos, louvores e ações de graças a Deus. Vivendo sempre na fuga do pecado e retirados do mundo, embora tenhais que viver no mundo podereis estar separados da corrupção do mundo, rezando sempre, vigiando sempre, meditando sempre e, sobretudo, esquivando-se e fugindo das ocasiões de pecado.

Deveis amar as pessoas, mas sem vos deixardes levar pelos maus conselhos delas. Deveis ser o sal da terra, deveis com a vossa santidade, com a vossa vida dar sabor ao mundo, sabor de Deus, sabor de vida, sabor de santidade, sabor de conversão.

Então, verdadeiramente sereis um sal precioso, que aonde quer que caia, que aonde quer que vá produzirá muita coisa boa, produzirá um alimento saboroso de conversões, de mudança de vida, de almas amantes para agradar ao Senhor.

Sede Santos! Vivendo como Eu vivi, com o vosso coração continuamente elevado e fixo nas coisas do alto para as quais fostes criados. Se vós tiverdes o vosso coração sempre em Deus, sempre na Sua Mãe, procurando fazer tudo para agradá-los, fugindo de tudo o que os desgosta. Então, verdadeiramente vivereis em Deus, vivereis já no Céu, embora vivais nesta Terra.

E Deus virá fazer morada no vosso coração, subirá convosco, vós sereis um com Ele no Amor. E então ele selará convosco, ou seja, Ele estará sempre convosco e vós fruireis dos influxos poderosíssimos do Seu Amor, da sua graça, da Sua Santidade, da Sua Paz e um dia no Céu fruireis da Sua Divindade.

Sede o sal da terra vivendo continuamente as Mensagens que a Mãe de Deus vos deu Aqui. No Meu tempo Eu não As tinha, se Eu As tivesse, oh, como Eu teria dado graças, louvores Deus e a Ela! Como teria gritado aos homens do mundo inteiro que ouvissem a Sua voz! Com que serviços trabalhos ainda maiores dos que aqueles que Eu fiz, Eu não Me empenharia para agradecer a Ela, louvar a Ela por tão grande Dom.

E vós tendes Aqui este Dom preciosíssimo e quão pouco amor ainda tendes para com esta Mãe, quão pouca gratidão tendes a Deus.

Amai mais esta Mãe e sede sal da terra levando as Mensagens Dela, sendo um sinal da presença Dela no meio do mundo para que este mundo que foi contaminado, que foi envenenado pelo pecado, pelas trevas de satanás possa verdadeiramente ver a luz de Deus e saborear o bom alimento que Deus envia através de Sua Mãe a este mundo.

Sim, satanás lançou neste mundo, lançou para as almas se alimentarem um veneno fatal nos pecados, nos prazeres, nas trevas deste mundo. Vós sois chamados a serem sal que verdadeiramente oferece para as almas um alimento saboroso, restaurador, fortificante da graça de Deus. Ide a eles, sede o sal da terra para eles. Sede a luz do mundo e então esses vossos irmãos saboreando o bom e agradável sabor do alimento que o Senhor manda Aqui por meio da Sua Mãe, desejará também como vós alimentar-se desse pão que vem do Céu, desse alimento forte que vem do Céu por meio da Dela.

E as vossas almas e as deles, todas serão fortes, robustas na graça, robustas na santidade e o mundo mudará e se transformará no Reino do Sagrado Coração do Senhor e de Sua Mãe e a Paz virá para esta Terra.

Eu, Bento, estou convosco em todos os momentos da vossa vida, nas vossas tribulações não vos desespereis, chamai por Mim e Eu ouvirei vosso grito e virei imediatamente para vos socorrer.

Em minha vida tive muitas perseguições dos Meus inimigos terrenos e dos Meus inimigos infernais, passei por muitas provações e tribulações. Mas, tudo venci pelo poder da Minha fé, Eu aumentarei a vossa fé e a tornarei tão poderosa que nada vos poderá derrubar. Rezai mais para que Eu vos aumente a fé e vereis que vos darei uma fé forte.

Aquele que for Meu aluno no caminho da disciplina, da oração, do trabalho e da pureza será grande aos olhos de Deus e cantará Comigo no mesmo coro celestial, nos louvores do Senhor e da Sua Mãe.

A todos abençoo com grande amor agora e a todos cubro com o Meu Manto de Luz.”


Link do Terço Combatendo Com São bento
BIOGRAFIA São Bento nasceu na Umbria, Itália, no ano de 480. Era de família nobre romana. Desde pequeno manifestou um gosto especial pela oração. Realizou os primeiros estudos na região de Nurcia, próximo à cidade de Spoleto. Depois foi morar em Roma para estudar filosofia.


Vida de São Bento

Um eremita chamado Romano encontrou Bento e lhe deu um hábito de monge. Romano ensinou a São Bento tudo sobre a vida de eremita e levando-o para uma gruta escondida, (gruta santa), no monte de Subíaco. Lá, o jovem Bento aprofundava-se na vida de eremita e Romano o ajudava regularmente com alimentos.
São Bento ficou ali por 3 anos só em orações e estudos, sem receber visitas. Um dia, porém, um sacerdote da região, fazendo seu jantar, ouviu uma voz dizendo: estás fazendo seu jantar enquanto meu servo Bento morre de fome no deserto.  O sacerdote, com muito esforço, partiu para o deserto, encontrou a gruta em que Bento estava escondido e após uma oração, disse que era o dia da Páscoa do Senhor e serviu-lhe a comida.

Tempos depois o jovem bento foi descoberto por pastores e assim passou a receber muitas visitas para conselhos e orações. Logo sua fama começou a crescer e ele passou a ser visitado por mais e mais pessoas em busca de aconselhamentos e orações.

Tentativa de assassinato

Por causa de sua fama de santidade, São Bento foi chamado para ser o abade (superior) do convento de Vicovaro. Ele aceitou, desejando prestar um serviço. Porém, não combinou com a vida que os monges viviam, porque não era incondicional como ele achava que deveria ser o seguimento de Cristo.
Foi se formando entre os religiosos uma antipatia contra o santo, chegando ao cúmulo de tentarem matá-lo com veneno, mas, abençoando a taça de vinho envenenada, como fazia com todos os alimentos que comia, ela se quebrou. Assim, bento disse em seguida que Deus perdoe a vocês, meus irmãos. Depois disso, abandonou o convento e voltou para Subíaco.

A primeira ordem monástica da história

São Bento fundou em poucos anos doze mosteiros. Antes de Bento, os monges viviam como eremitas, isolados, sozinhos. São Bento organizou a vida monástica comunitária e os mosteiros começaram a florescer. Todos eles seguiam a famosa Regra de São Bento.  As famílias nobres de Roma começaram a mandar seus filhos para estudarem nos mosteiros fundados por São Bento. Santo Plácido e São Mauro estavam entre os educandos de São Bento.

A Regra de São Bento

A Regra de São Bento (Regula Monasteriorum) é um livro escrito por São Bento, com as regras para a vida monástica comunitária. É um livro com 73 capítulos curtos. A regra prioriza o silêncio, a oração, o trabalho, o recolhimento, a caridade fraterna e a obediência. Assim nascia a famosa Ordem dos Beneditinos, ou Ordem de São Bento, que permanece viva e atuante até hoje, seguindo a mesma regra escrita há mais de 1500 anos. A Regra de São Bento foi também adaptada para várias congregações de monges do ocidente.

Milagres de São Bento

No Monte Cassino, Itália, Bento começou a pregar o Evangelho para o povo. Com a pregação e os inúmeros milagres que fazia, inclusive vários exorcismos, o povo começou a se converter. Assim, o povo de Monte Cassino derrubou o templo de Apolo, que fora construído no cume do monte e com suas ruínas construíram dois conventos com as bênçãos de São João Batista e São Martinho. Esta foi a origem do grande mosteiro de Monte Cassino, criado em 529, com a bênção do Papa Felix lll. 

Devoção a São Bento

 

São Bento morreu no ano de 547, aos 67 anos. Predisse sua morte no mesmo ano da morte de sua irmã Santa Escolástica, fundadora do ramo feminino da ordem de São Bento. Mandou abrir sua própria sepultura e depois de falar aos monges, de pé com as mãos para o céu, morreu. Parte de suas relíquias estão no Mosteiro de Monte Cassino e outras na abadia de Fleury, na França. São Bento foi canonizado no ano de 1220 e sua festa é comemorada no dia 11 de julho.

Imagem de São Bento

 

Sua imagem é representada com o livro das regras; um sino, que representa a voz de Deus; um copo quebrado e a serpente representando o veneno; um corvo com um pedaço de pão no bico representando o tempo em que ele passou no deserto e uma vara representando a disciplina.

Medalha de São Bento e sua mensagem 

 

A medalha de São Bento foi esculpida primeiramente nas colunas do mosteiro de Monte Cassino. Na frente da medalha lê-se: Ejus in ibitu nostro praesentia muniamur. Sejamos protegidos pela sua presença na hora da nossa morte.
No verso encontra-se as seguintes inscrições:
CSPB      - Crux Sancti Patris Benedicti     - (cruz do Santo Pai Bento)
CSSML   - Crux Sacra Sit Mihi Lux             - (a Cruz Sagrada Seja a minha Luz)
NDSMD - Non Draco Sit Mihi Dux            - (não seja o Dragão o meu guia)
VRS        - Vade Retro Satana                    - (para traz satanás)
NSMV   - Nunquam Suade Mihi Vana    - (Nunca Seduzas minha alma)
SMQL    - Sunt Mola Quae Libas               - (são coisas más que brindas)
IVB         - Ipse Venana Bibas                     - (Bebas do mesmo veneno)

Oração a São Bento

A Cruz sagrada seja a minha Luz. Não seja o dragão o meu guia. Retira-te satanás. Nunca me aconselhe coisas vãs. É do mal o que tu me oferece. Beba tu mesmo do teu veneno. Rogai por nós Bem Aventurado São Bento, para que sejamos dignos das promessas de Cristo.
CDS DA VIDA DE SÃO BENTO COM SEU TERÇO⇓
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Santa Olga de Kiev - 11 de julho


O processo de cristianização dos diversos povos precisou de muito tempo para se concretizar. Assim foi com o Principado de Kiev, que nascera no século VII e era o centro de um império que ia do Mar Negro ao Báltico, chegando até o Rio Volga. Somente no século XVII, por meio do Tratado de Pereiaslav, a Ucrânia, nome atual do antigo principado, ficaria sob a influência do império russo.
A fé cristã começou a penetrar na região graças aos missionários que vinham não só de Bizâncio, mas também dos territórios vizinhos dos eslavos do Ocidente - os quais celebravam a liturgia em língua eslava, segundo o rito instaurado pelos Santos Cirilo e Metódio - e das terras do Ocidente latino.
Como atesta uma antiga Crônica, chamada Crônica de Nestor ("Povest' Vremennykh Let"), no ano de 944 já existia em Kiev uma igreja cristã dedicada ao Profeta Elias.
Foi neste ambiente propício que Olga fez-se batizar, livre e publicamente, pelo ano de 955, permanecendo depois sempre fiel às promessas batismais. As cerimônias para a sua recepção formal em Constantinopla aparecem minuciosamente descritas pelo Imperador Constantino VII (Porfirogênito, "o Nascido na Púrpura", reinou de 913-959) na sua obra De Cerimonialis. Durante o seu Batismo, Olga adotou o nome Yelena (Helena), em honra da imperatriz reinante Helena Lecapena.
Olga, a primeira Santa ucraniana - ou russa por causa da influência do império russo - inserida no calendário católico bizantino, é considerada o elo entre a época pagã e a cristã na história das populações eslavas. As fontes que a citam são numerosas e todas de relevância histórica.
Olga nasceu em 890, na aldeia Vybut, próxima de Pskov e do rio Velika. Era uma belíssima jovem típica daquela região. Era filha do chefe dos Varegos, uma tribo normanda de origem escandinava que se dedicava à exploração do transporte e do comércio ao longo do Rio Volga, do Mar Negro e do Cáucaso.
Em 903, quando o príncipe Igor de Kiev conheceu-a, quis se casar com ela apesar de sua pouca idade. O seu casamento foi um símbolo concreto da fusão do povo ucraniano com o eslavo, que ao final do século IX começava a viver sob a influência do Cristianismo.
Em 945 o príncipe Igor foi assassinado, e Olga vingou-se com firmeza e crueldade dos assassinos. Mandou matar muitos chefes inimigos e impôs tributos e taxas de todos os tipos aos sobreviventes. Tornou-se regente, pois seu filho Svistoslav tinha treze anos de idade apenas, e governou Kiev com sabedoria política, conseguindo que a Província de Novgorod se tornasse tributária de Kiev.
Olga era amada pelo povo, que reconhecia suas virtudes, pois era justa e misericordiosa, mas também severa e inflexível. Educou o filho retamente, mas não teve a felicidade de vê-lo se converter ao Cristianismo como ela tinha feito. Seu neto Vladimir é quem lhe daria esta alegria. Em 988, Vladimir oficializou o Cristianismo como religião do Principado de Kiev. Além de se tornar cristão, veio a ser canonizado pela Igreja.
Olga tentou estreitar os laços com o sólido Império de Bizâncio por meio do casamento de seu filho com uma princesa bizantina. Em 957 viajou para Constantinopla para concretizar seu plano, porém não obteve bons resultados, para desilusão dos cristãos e satisfação dos pagãos.
Em 961, a princesa Olga buscou então o apoio de Otão I, Imperador da Alemanha, e obteve que ele enviasse missionários e um bispo para "que lhes mostrasse o caminho da verdade". Mas, a conversão do povo foi muito difícil: eles eram pagãos, e ainda ofereciam sacrifícios humanos. Em 962, todos os missionários foram assassinados, com exceção de Santo Adalberto de Tréveris.
Olga rezava dia e noite pela conversão do filho e dos súditos. Ao terminar a regência, segundo as leis da época, se retirou para suas atividades privadas, dando continuidade às obras de seu apostolado. Construiu algumas igrejas, inclusive uma dedicada à Santa Sofia, em Kiev.
Viveu piamente e morreu com quase oitenta anos em 11 de julho de 969. Dela escreveu seu biógrafo: "Antes do Batismo, a sua vida foi manchada por fraquezas e pecados, crueldade e sensualidade; entretanto, tornou-se Santa não tanto pelo seu próprio mérito, mas por um plano especial de Deus para o povo russo".
O seu neto, Vladimir, e os novos convertidos experimentaram a beleza da liturgia e da vida religiosa da Igreja de Constantinopla. Havia a Igreja do Oriente e a do Ocidente; cada uma delas se desenvolvera segundo tradições, disciplinas e litúrgicas próprias, mas subsistia a plena comunhão entre o Oriente e o Ocidente, entre Roma e Constantinopla, que mantinham relações recíprocas. E foi a Igreja indivisa do Oriente e do Ocidente que recebeu e ajudou a Igreja de Kiev.
O príncipe Vladimir deu-se conta de que havia esta unidade da Igreja e da Europa, e por isso manteve relações não só com Constantinopla, mas também com o Ocidente e com Roma, cujo Bispo era reconhecido como aquele que presidia à comunhão de toda a Igreja.
A veneração por Santa Olga começou durante o governo do seu neto Vladimir. Em 996, ele mandou transferir as relíquias da avó para a igreja que mandara construir especialmente para recebê-las. O seu culto foi confirmado pela Igreja, mantendo a festa litúrgica no mesmo dia que ocorreu seu falecimento.
Em 17 de abril de 1075, numa carta dirigida ao rei Demétrio, e à rainha sua esposa, o Papa São Gregório VII declarou o reino da Ucrânia sob a proteção de São Pedro.
Em 1240 os mongóis invadiram e destruíram Kiev completamente. Quatrocentos anos depois, o metropolita da cidade, Pedro Moghila, mandou restaurar as antigas igrejas destruídas, e as relíquias de Santa Olga foram encontradas. Mas, desde 1700 não se tem notícia sobre o paradeiro de seus despojos.









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